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Friday, 24 August 2012

Contos: QUATRO A UM


Oi, faz muito tempo que não publico um conto no bigdotados. Meu nome é João , Tenho 23 anos, sou português, (mas escrevo com palavras do Brasil, para os leitores entenderem melhor). Sou gay passivo mas não efeminado, e vivo numa cidade perto de Lisboa. Sou louro e branco, 1,75 m e 74 kgs., bonito, sarado, e com uma bunda bem gostosa.
Vou relatar algo que aconteceu comigo recentemente. Meu amigo Fernando descolou dois bilhetes grátis pro jogo de nosso time, o “Benfica”, e me convidou. Como ele tava trabalhando a gente não foi junto. Eu levei meu carro e depois nos encontrámos no estádio. Ele é hétero mas me aceita, pois somos amigos desde crianças.
Nesse dia nosso time, o Benfica, jogava contra um clube do Norte de Portugal, “ Vitória de Guimarães”.
Toda vez que eu vou no futebol fico bem excitado, de ver os jogadores gostosões e a multidão de machos gostosos nas bancadas com as hormonas ao rubro.
Acontece que no intervalo do jogo, fui com Fernando no bar comer um cachorro e beber um chope. Meu amigo foi comprar pra nós dois e eu fiquei admirando os garotões que passavam.
Aí chegou um grupo de quatro caras, rindo e gritando, pois eram do outro time e o time deles tava ganhando por 1-0 ao nosso. Dois deles eram morenos claros, de mais ou menos 1,80 mts de altura, um mais magro e outro bem forte, e os entre os 20 e os 22 anos. O mais magro tinha cabelo escovado e olhos escuros, e o mais forte usava o cabelo curto atrás e comprido em cima. Os dois tavam de calça jeans apertada e dava pra perceber que os dois eram bem dotados. O mais jovem dos quatro, não tinha mais de 19 anos, era baixo, mais baixo até que eu, muito entroncado, com os braços tatuados, brinco na orelha, era o mais claro de todos e tinha o cabelo louro, liso e curto. O mais velho dos quatro era um bofe mulato, corpo malhado, quase 1,90 m de altura, barba de dois dias, cabelo estilo militar e voz bem grossa. Todos usavam camisetas do outro time. Eles ficaram falando e bebendo cerveja bem pertinho de mim, e eu não conseguia deixar de ficar olhando eles, avaliando o tamanho das picas por baixo dos jeans ou das calças esportivas que usavam.
Meu amigo entretanto chegou e enquanto comia meu cachorro meu olhar batia naquelas rolas gostosas. Eles percebendo meus olhares falaram qualquer coisa que eu não percebi e riram. Meu amigo percebeu também e falou pra eu me comportar, que não tava a fim de confusão. Depois, o jogo recomeçou, a gente voltou pra bancada, e não vi mais os caras.
Nosso time perdeu por 2-1, meu amigo ficou bravo, e falou que ía pra casa. Era sábado à noite e eu não tava a fim de ir cedo pra casa não. Nos despedimos e ele foi pra seu carro.
Eu tava era todo aceso e a fim de putaria. Aí fiquei andando pela zona do estádio vendo os machos gostosos que saiam. Nisso um furgão passou devagar e um cara deitou a cabeça fora da janela e falou : "Seu Gostoso, vem cá". Reconheci o cara, era o mais novo dos quatro caras que eu tinha olhado no bar do estádio. Apesar de ter algum receio, meu tesão falou mais alto e me aproximei do furgão. Aí ele falou com uma voz bem safada: "Oi Gatinho… sabe a gente tá a fim de arrombar um cu do Benfica… e meter uns dez golos na sua baliza gostosa… você topa?". Os outros riram muito, e falaram putaria. Fiquei sem saber o que fazer pois eu não conhecia os caras. Além disso tava na cara que eles já tinham bebido muita cerveja. Só que com aquelas palavras meu cuzinho ficou bem melado de tesão. Aí, eles abriram a porta do meio do furgão e eu entrei.
Os dois gatos morenos claros que tavam no banco traseiro, me puxaram e me fizeram sentar bem no meio deles. Eu perguntei onde íamos e eles falaram que não precisava me preocupar que a gente ía procurar um sitio calmo e escuro perto do estádio pra eles arrombarem meu cu. Aí me deu um arrepio … mas não falei nada. Nisto um deles, o mais forte, encostou a perna dele na minha e ficou se esfregando. Aquilo me deu um tesão enorme. O outro também começou a chegar mais perto de mim. Dava pra ver que os dois tavam com a picas duras e que deviam ter umas rolas bem grandes, pelos volumes que se formaram no meio das calças deles. Meu cuzinho tava já húmido e piscando. Aí o mais magro, que se chamava Nelson, me falou no ouvido:
- Nossa que bunda gostosa … vou comer ela bem gostoso. Você quer ?
Aí eu respondo que sim, e ele logo pegou minha mão e a colocou por cima da sua calça. Senti aquela rola grossa pulsando e meu cuzinho ficou mais molhado ainda. Ele perguntou pra mim se eu gostava de pica grossa. Excitado demais falei que sim.
Logo, ele abriu o zipper e soltou a cobra que tinha mais de 20 cms e falou grosso:
- Vai viadinho benfica, bota já esse caralho na boca e mama… tá esperando o quê ?
Eu me deitei um pouco e comecei a chupar a pica que mal cabia na minha boca. Tava uma delícia sentir aquela pica inteirinha na minha boca. O outro, o mais forte, que se chamava André, baixou minha calça e começou a acariciar minha bunda, enquanto falava que não via a hora de botar a pica dele toda em meu cuzinho e me arrombar gostoso.
Pouco depois, botou também a rolona grossa pra fora e falando que agora era sua vez, me pegou pelos cabelos e botou a cabeçona escura na minha boquinha. Depois empurrou minha cabeça me fazendo engolir toda. Quase sufoquei com tanta pica na boca.
O mais novo, que ia do lado do condutor e se chamava Marco tava virado pra trás, e excitado com meu boquete, falava:
- Isso André, mostra pra essa bichinha o que é pica de verdade. Ela tá acostumada com esses caras do Benfica que são frouxos não é gostosinha? Agora vai provar pica do norte… pica de macho arrombador.
Nesse momento o furgão parou, e o bofe mulato que tava dirigindo, e se chamava Vitor, falou:
- Esse lugar é bom pra foder esse putinho Benfica filho da puta.
Era um local junto a um loteamento em construção e com pouca existia luz.
Nesse momento eu tentava botar na boca as duas rolas duras e grossas, de Nelson e André. Mas aí, Vítor afastou os dois, sentou, puxou a calça esportiva pra baixo e empurrou minha boca na pica dele que tava ainda meia bomba, falando bem grosso:
- Chupa sua piranha do caralho. Deixa esse pau bem tesudo pra eu arrombar essa bundinha.
Aquela rola tinha um cheiro forte de macho suado, que me fez ficar ainda mais doidinho de tesão e com vontade de levar pica no cu. Enquanto eu ajoelhado no chão do furgão caprichava no boquete a Vitor sentindo sua rola engrossar e crescer na minha boca até ficar bem grande e dura, André desapertava minhas calças. Quando ele viu que eu tava usando uma calcinha fio dental vermelha falou excitado:
- Nossa caras olhem só, o viadinho tá usando calcinha fio dental. Olhem como a bunda dele é branquinha e gostosa. Caralho que tesão de cuzinho. Falando isso ele botou sua verga dura entre minhas nádegas e ficou esfregando. As bolas dele eram enormes e muito peludas e o contacto delas com minha pele suave me dava uns arrepios gostosos. Pouco depois ele afastou a calcinha, cuspiu na pica e logo senti a cabeçorra abrir caminho no meu cuzinho. Aí falei que sem camisinha não ia dar. Procurei no bolso de minhas calças e dei uma pra ele. Ele primeiro protestou, mas depois botou ela. De seguida abriu bem meu cuzinho e forçou a entrada da cabeçorra de novo no meu cuzinho. Quando esta entrou, André foi botando o resto bem devagar. Eu tava tão melado e com tanta vontade de levar pica que apesar da grossura daquela tora, quase nem senti dor. Meu pau tava duro. Ele começou a me foder, me agarrando pela cintura. Sentia o sacão peludo dele batendo com força nas minhas nádegas e isso me deixava fora de mim. Comecei a chupar Vitor com tanta vontade que ele não aguentou mais e acabou gozando na minha boca. Engoli tudinho, me sentindo bem cachorra.
Aí Marco e Nelson se sentaram e eu fui chupando a pica de um e de outro. De vez em quando botava as duas na boca. Eles me xingavam me chamando de vadia. Marco falava que quando chegasse sua vez de comer meu cu ia socar com tanta força que eu ía gemer de vontade.
Enquanto isso, André aumentou a parada, me fodendo com fúria, me empurrando contra as picas dos outros. Não aguentando mais meu tesão, empurrei a bunda contra o pau de André fazendo ele gozar. Aí que sensação boa sentir aquela leitada quente invadir meu cuzinho. Mesmo com camisa senti meu cuzinho mais preenchido ainda.
Depois que ele gozou, continuou com o pau dentro de mim me socando… claro que não aguentei mais e gozei também, gritando que nem uma safada.
Aquela posição, me deixou cansado e pedi a eles pra descansar um pouco. Eles riram falando que eu inda tinha muita rola pra servir. Não liguei. Vesti as calças e desci do furgão pra fumar um cigarro. Eles desceram também trazendo cerveja pra todos. Marco me enlaçou pela cintura falando que nunca tinha visto um cara com uma cintura tão fina. Depois foi acariciando minha bunda. As caricias dele fizeram eu ficar com tesão de novo.
Ele baixou minha calça me deixando só de calcinha fio dental, na rua, subiu minha camiseta e começou a chupar meus peitos. Vendo minha bundinha branca e gostosa os outros ficaram doidos de tesão. Marco pegou minha mão me levou no interior do furgão, sentou e falou pra eu sentar na pica dele e cavalgar gostoso nele. Eu baixei a calcinha, botei a camisinha na picona dura, grande e grossa dele, e afundei nela. Nossa foi uma delícia, pude sentir cada milímetro daquela vara me arreganhando todo. Eu tava totalmente louco de tesão. Enquanto eu cavalgo, os outros vêm na minha frente e eu fico chupando ora a pica de um ora a de outro, e enquanto não chupo, vou punhetando cada uma delas. Eu tava me sentindo uma verdadeira putinha no cio. Marco falava que meu cu era gostoso de branquinho e macio e que minha cintura parecia de mulher, e que dava o maior tesão pra ele. Pouco depois ele falou pra eu levantar que agora ía socar meu cu com força.
Cheio de tesão, levantei e encostei no furgão com a bunda bem empinada. Ele botou a jamanta no meu cu e começou a bombar. Eu me contorcia e empinava a bunda deliciado de sentir aquele tronco grosso e gostoso me socando cada vez mais forte.
- Isso..gostosa… empina bem esse cu apertado… vou arrombar ele todo, caralho. – ele falava.
- Ai me fode … animal … aiii… que bom… ahhh… me bate garanhão … me arromba…aiiiii…..isso ….. – eu gemia louco de tusa.
Ele começou a me dar tapas na bunda com toda a força, e eu empinava ela e me contorcia cada vez mais, enquanto os outros incentivavam ele a me dar com mais força.
Aí ele começou a roncar… e me dando uma estocada com toda a força vazou o saco no meu cuzinho. Depois me deu ainda umas cinco estocadas fortes e tirou fora. Doido de tesão tirei a camisinha da rola já meio bomba dele e chupei a porra quente e grossa que ainda saía.
Vitor me fez entrar no furgão, tirou uma manta, me fez deitar no chão, de costas, despiu a camiseta me fazendo enlouquecer só de olhar seu corpo morenão, peludo e musculado, e depois de botar uma camisinha que tinha no porta documentos se deitou sobre mim e roçou seu mastro gigante entre minhas nádegas. Depois cuspiu no meu cuzinho e falou:
- Esse buraquinho parece até de xoxota. Foda-se… é bom demais.
Enquanto isso Nelson se colocou na minha frente e botou seu caralho na minha boca.
Eu tava preocupado pois apesar de tão arrombado, não sabia se a picona de Vitor não ía me magoar e pedi pra ele ir devagar. Mas o cara era bruto e não quis nem saber, botou logo o rolão no meu cu de uma só vez me fazendo gritar de dor. Senti, no começo um pouco de ardência, mas depois passou e comecei a sentir o maior tesão. Ele socava com a maior força me fazendo gemer e gritar a cada estocada. Aí Nelson falou que também queria e os dois começaram a se revezar, cada cinco minutos era um comendo o meu rabinho, enquanto Marco e André também se revezavam na hora de botar o pau na minha boca.
Que delícia! Eu tava adorando me sentir todo arrombado por aqueles quatro machos gostosos. Nisto Vitor começou a urrar feito um urso e gozou no meu rabo. Foi uma delícia. Enquanto isto, eu estava chupando a pica dos outros dois. Nelson aí, ocupou o lugar de Vitor, e começou a bombar com força. Aí, André começou também a roncar … e logo senti dois jatos de porra quente no rosto, caindo de meu nariz. Abri a boca e lambi tudinho. Marco me deu dois tapas na cara, começou a bombar na minha boca e gozou dentro dela, me fazendo engasgar de tanta porra. Aí Nelson botou a pica pra fora, tirou a camisinha me puxou pelo cabelo e ejaculou também em minha boca.
Nossa que delícia, pude sentir a porra de três caras se misturando em minha boca. Aquela porra quentinha foi uma delícia. Todo eu era porra. Tava me sentindo uma verdadeira vadia, uma puta de verdade. Foi uma delícia.
Como tava tarde, fomos embora. No caminho André ainda pediu pra eu dar mais umas chupadinhas e eu dei. Em troca ele me deu mais uma dose de seu leite gostoso. Depois, eles me deixaram perto de meu carro, ficaram com meu número de celular e falaram que quando viessem a Lisboa iam me procurar.

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